sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Figurino de Dança de Rua


A Dança de Rua é um movimento criado e baseado em movimentos populares das periferias. Sofrendo bastante influência desses seguimentos, tais como o Hip Hop. O Hip Hop é um estilo de ser bastante interessante e que contribuiu muito para a Dança de Rua.

O que é a moda Hip Hop?
A moda Hip Hop é um estilo de vestir muito diferente, na verdade é um estilo afro-americano, caribenho e latino, é uma moda que tomou conta das pessoas e complementa a cultura Hip Hop em expressões e as atitudes de um povo em geral. Hoje a moda Hip Hop é parte muito importante na moda de um povo, ou seja, na moda popular que passa de pai para filho em todas as raças em todo mundo.


Como é a moda Hip Hop?
A moda Hip Hop é uma moda muito volúvel, pios os estilos estão sempre indo e vindo e variam acompanhando as tendências da moda. Os dançarinos de break e os grafiteiros foram de grande influencia para essa moda, eles tinham um estilo próprio, seu figurino geralmente era composto por calças largas e quase sempre acompanhados por suspensórios, os tênis eram de cadarço, mas desamarrados e as camisetas coloridas que tinham que combinar com seus companheiros. É uma moda que combina estilos e personalidade.


Como evoluiu?
Com a chegada dos anos 90 a moda Hip Hop não mudou muito as roupas largas continuaram a fazer parte do figurino e eram de jeans ou das cargo pants. O estilo alucinado de ser foi cada vez mais se evidenciando, pois o estilo gangsta de usar as calças com a cintura bem baixa de modo que apareça a roupa intima ainda é muito usado, uma evidencia que se intensificou e teve origem nos presídios, pois não é permitido usar cintos e as calças vão descendo até trancar e dessa forma acaba deixando á mostra as roupas intimas. Os bonés de beisebol juntamente com os chapéus Kangol continuam ainda fazendo sucesso. As bijuterias também acompanharam essa evolução, e hoje elas são usadas nas mais variadas partes do corpo.

Para concluir
O Hip Hop é uma moda que acompanha gerações e que vai passando de pai para filho, uma fundição de valores morais e étnicos de vários países que enlouqueceram gerações e ainda fazem parte da vida da moda de muitas pessoas.





Técnicas de Dança - Reflexões


Dançar é aventurar-se na grande viagem do movimento emocional. Na vivência da relação mundo-eu, é força de relação com o mundo exterior. Dançar não significa reproduzir forma. A forma pura por si só é fria, estática e repetitiva. As formas catalogadas, conhecidas e robotizadas em nossa memória criam uma forte barreira à criação de movimentos novos e ricos em expressão como também bloqueiam uma relação integral com o mundo e a dimensão existencial revelada através do corpo, esta deixa de existir.


A descoberta do “eu” interior, da existência do ser, do individual e criativo do homem é fator importante para a Dança. São estas características que a torna uma forma de expressão da comunidade humana que o dançarino integra como aporte efetivo.
Esta abordagem teve o propósito de deixar transparente que o trabalho em dança, quando usa excessivamente técnicas formais, divorcia o movimento do impulso vital. Os movimentos produzidos por artifícios somente técnicos são destituídos de emoção e poderão ser confusos e pouco objetivos na forma de expressão.

O valor da técnica na Dança está em seu sentido utilitário e não como um fim em si mesmo. A técnica seria um meio eficaz para canalizar o movimento expressivo a atingir os seus propósitos – plena sintonia entre dançarinos e o mundo pela sua comunicação gestual.
A essência da técnica consiste em organizar e difundir um determinado conhecimento sobre o próprio corpo e as possibilidades dos movimentos existentes em potencial. A clareza e a objetividade dos movimentos permeados pela técnica cristalina e transparente fazem à beleza do movimento. A limpeza do gesto e movimento expressando o que se busca expressar; ganha a beleza e emoção, traz como consequência, valor estético da dança. Manifestar sentimentos, emoções e intenção em relação à realidade que cerceia o dançarino confere a expressão de um movimento coreográfico uma natureza sequencial de verdades pela dimensão autêntica do movimento executado.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

10 Lições de como praticar Street Dance.


06 - Troque experiências.
Quanto mais interagirmos no meio, mais bagagem adquirimos e isso é bom porque sempre temos algo novo a aprender. Bem mais do que ensinar, pois ninguém é detentor de todo o conhecimento. Interaja e troque experiências, deixe os colegas do grupo opinarem sobre a coreografia e também incrementarem a composição com movimentos e sequências que talvez você nem teria pensado.

07 - Pratique
A prática leva a perfeição, ainda mais quando se trata de dançar. Quando praticamos os movimentos de Street Dance mandamos uma mensagem para o cérebro e condicionamos essa movimento mecânico a tal ponto que se torna automático quando se esta executando na coreografia. Ganhamos confiança e com isso nossa coreografia fica limpa. Conseguindo realizar com mais
 facilidade e leveza os movimentos.
08 - Limpeza e Acertos.
Quando no processo de aprendizado não podemos ter pressa para executar os movimentos, isso porque durante a aprendizagem é o momento mais importante da coreografia. É aqui que fazemos certo ou condicionamos alguns erros, que depois vão ser dífíceis de tirar. Quando vemos uma apresentação bem elaborada, temos que ter em mente que aquele grupo levou horas a fio para chegar aquele resultado.

09 - Dedicação e Persistência.
Uma coisa que com certeza dá resultado é quando você se dedica aquilo que gosta. Persista e com o tempo colherá resultados satisfatórios. Não é fácil, mesmo porque temos o costume de desistir com certa frequência daquilo que queremos. Mas se você se dedicar e persistir, até mesmo o mundo começa a conspirar a seu favor.
10 - Viva e Ame.
Por fim viva intensamente o estilo de dança que escolheu para praticar, no caso aqui do Street Dance, porque é através dessa vivencia que adquirimos amor naquilo que fazemos e começamos a sentir profunda admiração pelo que fazemos.

A Dança e a Falta de Ética (Parte 02)


Fonte: Sua Pesquisa
O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social. A ética é construída por uma sociedade com base nos valores históricos e culturais. Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos.

A ética na dança também é um fator importante, porque sabemos que a dança em um todo carrega a carga de tradição, cultura e aprendizado de gerações. Uma arte que deve ser respeitada e colocada com responsabilidade pelos seus praticantes. Muitos que dançam e não levam isso em consideração acabam é por constranger quem realmente ama a dança e procura sempre estar se aperfeiçoando.

Todos tem o direito de praticar a dança, mais se deve buscar o conhecimento sempre através de pesquisa, workshops e atualizações. Saber a história da sua modalidade é importante para entender de onde ela veio e quais influências sofreu através dos tempos.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Galera mandando um Salve Tamo junto EM 2012

A Dança e a Falta de Ética( Parte 01)


Definir dança é quase tão difícil quanto definir arte. Toda discussão sobre idéias acaba passando pela Filosofia. Hoje vou tratar da questão "Ética da Dança" e como ela influencia os movimentos culturais e profissionais de quem trabalha e divulga a dança. Pretendendo adentrar essas discussões. A estética é um ramo da filosofia em que as discussões sempre viram um tabu na minha concepção. Prefiro discutir a tal da “picaretagem” na dança. Mas aí nascem outros problemas – alguns filosóficos, outros não.



Começaremos com o comparativo da seguinte maneira. Vocês acham que um professor formado em Educação Física estaria apto a dar aulas de dança? Ou que um Coreógrafo estaria apto a dar aulas de Educação Física?

Muitos dançarinos no intuito de se profissionalizar e até mesmo ser aceito como profissional entram na faculdade de Educação Física buscando um reconhecimento com um diploma de ensino superior. Se preocupam com inscrições nas instituições credenciadas para o mesmo como o CREF (Conselho Regional de Educação Física). Na área escolar, a inscrição no CREF é desnecessária; mas fora dela, se você atua como PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA sem a carteirinha, pode ser processado por Exercício Ilegal da Profissão (delito previsto no artigo 47 da lei de contravenções penais, cuja competência é dos Juizados Especiais Criminais) .

Mas nada disso tem a ver com professores de dança (coreógrafos). A não ser que quando estão trabalhando como professores dão a certidão de dispensa das aulas de educação física escolar, que os alunos sempre pedem. Não se pode fazer isso sem ser formado em Educação Física e inscrito no CREF/CONFEF.

Coreógrafos e Bailarinos(as)
Assim sendo, não entende se porque os profssionais de Dança tem se preocupado tanto com “credenciamentos” nesta ou naquela outra entidade de classe (seja de Educação Física ou de Dança). Em primeiro lugar o mais importante é divulgar sua arte e trabalhar aquilo que mais amamos que é a Dança. É muito importante a  existência de sindicatos, associações, conselhos, etc. Mas manifestações artísticas e culturais não podem ser cerceadas e deixadas de se praticar por causa dessas questões.

Dançar é expressar uma arte, é uma expressão cultural na essência. Mais também é uma atividade física que requer uma rotina e doutrina de treinamentos, na qual a ferramenta principal é o próprio corpo.

Seguindo esse pensamento vamos falar dos "falsos" professores e coreógrafos. Pessoas que se dizem profissionais da dança e não passam de enganadores. Quero deixar claro que Bailarinos(as) que passaram sua vida toda se dedicando a Dança tem sim o direito de se considerarem professores de dança ou coreógrafos. Mas o que acontece muitas vezes é pessoas que tiveram uma breve passagem por algum estilo ou modalidade de dança e já saem dando aula sem se preocupar com a tradição e formação adequada.

A resposta encontra-se em outro ramo da filosofia: a ÉTICA.

Continua.......