sábado, 21 de janeiro de 2012

Expressões no meio Hip HOP


Como não poderia deixar de ser as danças em seus vários estilos também carregam uma cultura específica de cada povo, tribo ou estilo. Tem ligação direta com a história, folclore e vivências. São influenciadas por essas questões e muitas vezes trazem uma linguagem específica. Isso é oque ocorre no Hip Hop e Dança de Rua. Para compreender o que os manos falam é necessário mais do que atenção. Eles utilizam uns vocabulários próprios, provenientes de uma linguagem coloquial. Nas letras de rap e na fala dos hip hoppers encontramos um novo universo de palavras, que foram recolhidas de bate-papos e de pesquisas em sites especializados no tema.
São neologismo, a maioria criada por eles, que misturam o português com o inglês. Essas gírias renovam-se a cada dia e dependendo da região, têm outros significados.

A seguir, algumas dessas expressões:
3D – conhecimento também como virtual, é um tipo de grafite que utiliza o joga de luz e sombra para dar definição á forma.
4P – Poder para o povo preto. Antigo lema do black power, retomado pelo grupo DMN.
á pampa – muito legal.
Atitude- palavra indispensável no vocabulário hip hop. Eles geralmente dizem: “para fazer parte do grupo não só é preciso ter consciência, mas também atitude”. Termo que sintetiza a linha de conduta que o grupo espera de cada um.

Back to back – performance dos DJs usando dois discos iguais, invertendo o sentido da rotação a intervalos aleatórios.
Baladas – Festas.
Bass – tipo de batida rítmica mais pesada.
Bate-cabeça – estilo de rap mais ouvido pelos skatistas. Tem uma batida forte e pesada.
b.boy – “b” é abreviação de break e boy significa garoto. O termo refere-se ao garoto que dança break , um dos elementos artístico da cultura hip hop. Feminino: b. girl.
Beat – batida. Os grupos de rap cantam em cima de um fundo instrumental (base) de forte apelo rítmico.
Beat Box – batida improvisada feita com a boca pelo DJ ou pelo rapper.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Figurino de Dança de Rua


A Dança de Rua é um movimento criado e baseado em movimentos populares das periferias. Sofrendo bastante influência desses seguimentos, tais como o Hip Hop. O Hip Hop é um estilo de ser bastante interessante e que contribuiu muito para a Dança de Rua.

O que é a moda Hip Hop?
A moda Hip Hop é um estilo de vestir muito diferente, na verdade é um estilo afro-americano, caribenho e latino, é uma moda que tomou conta das pessoas e complementa a cultura Hip Hop em expressões e as atitudes de um povo em geral. Hoje a moda Hip Hop é parte muito importante na moda de um povo, ou seja, na moda popular que passa de pai para filho em todas as raças em todo mundo.


Como é a moda Hip Hop?
A moda Hip Hop é uma moda muito volúvel, pios os estilos estão sempre indo e vindo e variam acompanhando as tendências da moda. Os dançarinos de break e os grafiteiros foram de grande influencia para essa moda, eles tinham um estilo próprio, seu figurino geralmente era composto por calças largas e quase sempre acompanhados por suspensórios, os tênis eram de cadarço, mas desamarrados e as camisetas coloridas que tinham que combinar com seus companheiros. É uma moda que combina estilos e personalidade.


Como evoluiu?
Com a chegada dos anos 90 a moda Hip Hop não mudou muito as roupas largas continuaram a fazer parte do figurino e eram de jeans ou das cargo pants. O estilo alucinado de ser foi cada vez mais se evidenciando, pois o estilo gangsta de usar as calças com a cintura bem baixa de modo que apareça a roupa intima ainda é muito usado, uma evidencia que se intensificou e teve origem nos presídios, pois não é permitido usar cintos e as calças vão descendo até trancar e dessa forma acaba deixando á mostra as roupas intimas. Os bonés de beisebol juntamente com os chapéus Kangol continuam ainda fazendo sucesso. As bijuterias também acompanharam essa evolução, e hoje elas são usadas nas mais variadas partes do corpo.

Para concluir
O Hip Hop é uma moda que acompanha gerações e que vai passando de pai para filho, uma fundição de valores morais e étnicos de vários países que enlouqueceram gerações e ainda fazem parte da vida da moda de muitas pessoas.





Técnicas de Dança - Reflexões


Dançar é aventurar-se na grande viagem do movimento emocional. Na vivência da relação mundo-eu, é força de relação com o mundo exterior. Dançar não significa reproduzir forma. A forma pura por si só é fria, estática e repetitiva. As formas catalogadas, conhecidas e robotizadas em nossa memória criam uma forte barreira à criação de movimentos novos e ricos em expressão como também bloqueiam uma relação integral com o mundo e a dimensão existencial revelada através do corpo, esta deixa de existir.


A descoberta do “eu” interior, da existência do ser, do individual e criativo do homem é fator importante para a Dança. São estas características que a torna uma forma de expressão da comunidade humana que o dançarino integra como aporte efetivo.
Esta abordagem teve o propósito de deixar transparente que o trabalho em dança, quando usa excessivamente técnicas formais, divorcia o movimento do impulso vital. Os movimentos produzidos por artifícios somente técnicos são destituídos de emoção e poderão ser confusos e pouco objetivos na forma de expressão.

O valor da técnica na Dança está em seu sentido utilitário e não como um fim em si mesmo. A técnica seria um meio eficaz para canalizar o movimento expressivo a atingir os seus propósitos – plena sintonia entre dançarinos e o mundo pela sua comunicação gestual.
A essência da técnica consiste em organizar e difundir um determinado conhecimento sobre o próprio corpo e as possibilidades dos movimentos existentes em potencial. A clareza e a objetividade dos movimentos permeados pela técnica cristalina e transparente fazem à beleza do movimento. A limpeza do gesto e movimento expressando o que se busca expressar; ganha a beleza e emoção, traz como consequência, valor estético da dança. Manifestar sentimentos, emoções e intenção em relação à realidade que cerceia o dançarino confere a expressão de um movimento coreográfico uma natureza sequencial de verdades pela dimensão autêntica do movimento executado.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

10 Lições de como praticar Street Dance.


06 - Troque experiências.
Quanto mais interagirmos no meio, mais bagagem adquirimos e isso é bom porque sempre temos algo novo a aprender. Bem mais do que ensinar, pois ninguém é detentor de todo o conhecimento. Interaja e troque experiências, deixe os colegas do grupo opinarem sobre a coreografia e também incrementarem a composição com movimentos e sequências que talvez você nem teria pensado.

07 - Pratique
A prática leva a perfeição, ainda mais quando se trata de dançar. Quando praticamos os movimentos de Street Dance mandamos uma mensagem para o cérebro e condicionamos essa movimento mecânico a tal ponto que se torna automático quando se esta executando na coreografia. Ganhamos confiança e com isso nossa coreografia fica limpa. Conseguindo realizar com mais
 facilidade e leveza os movimentos.
08 - Limpeza e Acertos.
Quando no processo de aprendizado não podemos ter pressa para executar os movimentos, isso porque durante a aprendizagem é o momento mais importante da coreografia. É aqui que fazemos certo ou condicionamos alguns erros, que depois vão ser dífíceis de tirar. Quando vemos uma apresentação bem elaborada, temos que ter em mente que aquele grupo levou horas a fio para chegar aquele resultado.

09 - Dedicação e Persistência.
Uma coisa que com certeza dá resultado é quando você se dedica aquilo que gosta. Persista e com o tempo colherá resultados satisfatórios. Não é fácil, mesmo porque temos o costume de desistir com certa frequência daquilo que queremos. Mas se você se dedicar e persistir, até mesmo o mundo começa a conspirar a seu favor.
10 - Viva e Ame.
Por fim viva intensamente o estilo de dança que escolheu para praticar, no caso aqui do Street Dance, porque é através dessa vivencia que adquirimos amor naquilo que fazemos e começamos a sentir profunda admiração pelo que fazemos.

A Dança e a Falta de Ética (Parte 02)


Fonte: Sua Pesquisa
O termo ética deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social. A ética é construída por uma sociedade com base nos valores históricos e culturais. Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos.

A ética na dança também é um fator importante, porque sabemos que a dança em um todo carrega a carga de tradição, cultura e aprendizado de gerações. Uma arte que deve ser respeitada e colocada com responsabilidade pelos seus praticantes. Muitos que dançam e não levam isso em consideração acabam é por constranger quem realmente ama a dança e procura sempre estar se aperfeiçoando.

Todos tem o direito de praticar a dança, mais se deve buscar o conhecimento sempre através de pesquisa, workshops e atualizações. Saber a história da sua modalidade é importante para entender de onde ela veio e quais influências sofreu através dos tempos.